. Reconhecimento Venoso usa veias das mãos para identificar pacientes

27 de julho de 2011

Scanner para Reconhecimento VenosoNão esqueça de lavar as mãos da próxima vez que visitar o médico, porque você pode precisar das palmas das mãos para o check-in em sua próxima consulta.

A NYU Medical Center queria se livrar das obsoletas pranchetas e adotou um novo sistema de scanners da palma das mãos para localizar as informações dos pacientes quando eles visitam o médico. O NYU é o primeiro hospital a utilizar a tecnologia.

O scanner das palmas da mão é um produto chamado PatientSecure, um sistema de identificação biométrico que utiliza luz infravermelha para ler o padrão das veias ddas mãos de um paciente para localizar seus registros médicos eletrônicos.

“Veias apresentam padrões 100 vezes mais distintos do que as impressões digitais”, disse o Dr. Bernard A. Birnbaum, vice-presidente, vice-reitor e chefe de operações do hospital da NYU Langone, em um comunicado.

Como os padrões de veias são tão únicos, a nova tecnologia reduz a chance dos erros de identificação e fraudes de identidade.

Uma vez registrado no sistema, basta ao paciente colocar as palmas das mãos em um dispositivo para abrir todos os seus registros médicos eletrônicos. O sistema abre automaticamente o prontuário médico do paciente, incluindo seu histórico, alergias e medicamentos. Não há necessidade de mostrar a identidade ou o cartão do seguro saúde.

“Essa tecnologia faz você se sentir como um VIP. É só colocar a palma da mão no scanner e seu reconhecimento é imediato, sem formulários, sem problemas com burocracia  para o check-in. E parece absolutamente segura”, afirma  Michael Baldwin, 55, um paciente na NYU Langone.

O scanner também pode registrar pacientes que chegam sem identificação, inconscientes ou incapacitados para se comunicar. (O sistema permite um registro postecipado).

Mais de 25 mil pacientes já foram digitalizados no sistema de Reconhecimento Venoso desde que o NYU Medical Center começou so registros em junho.

Não há custo para participar do programa e o serviço já está disponível para pacientes internados no Hospital Tisch, Hospital for Joint Diseases e no Instituto Rusk de Medicina de Reabilitação.

Publicado originalmente no http://www.nbcnewyork.com/

Tradução: Celso Skrabe