. 4º FÓRUM ORTONEGÓCIOS reunirá o setor de ortopedia, ANVISA, SBOT, ABRAIDI, ABIMO, UNIDAS e vários atores da cadeia produtiva.
Data do evento – 28/10/2011
Será apresentada no 4º Fórum Ortonegócios, pesquisa inédita sobre percepção do médico em relação à evolução dos implantes, próteses depois da publicação da norma RDC 59/ANVISA.
A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT foi convidada a participar de ciclo de debates sobre as mudanças na área de saúde depois de 10 anos de implantação da RDC 59, que determina padrões de qualidade para os materiais de implantes utilizados no país.
Para emitir uma opinião mais abrangente e verdadeira possível, a SBOT solicitou a resposta aos médicos ortopedias.
O resultado desta pesquisa será apresentado no dia 28/10/2011 ao público do Fórum, composto pela ANVISA, entidades de classe, ABIMO, ABRAIDI, UNIDAS, ABIMED e atores de toda a cadeia produtiva do setor de implantes e ortopedia. Mais de 100 participantes entre médicos, empresários, executivos, fornecedores de matéria prima, fabricantes, distribuidores, planos de saúde, hospitais, clinicas e público interessado neste setor.
Uma DÉCADA da RDC 59,
normas inter-relacionadas, RDC 25, RDC 185 e RN 211 ANS.
O QUE MUDOU NA SAÚDE?
4º FÓRUM ORTONEGÓCIOS REUNIRÁ ANVISA, SBOT, ABRAIDI, ABIMO, UNIDAS e vários atores da cadeia produtiva.
Em junho de 2000 foi publicada a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC 59, neste período um grupo pequeno de distribuidores de OPME ainda estavam em processo de Certificação de Qualidade. Os fabricantes na sua grande maioria já passaram pela certificação, porém as renovações são complicadas. Para aumentar a complexidade do tema, as plantas de fabricantes internacionais, também deverão conseguir seus certificados para fins de registro de seus produtos e assim poderem comercializar no Brasil de acordo com a RDC 25, entre outras normas complementares e ou interligadas surgiram neste período.
É grande a demanda de empresas envolvidas nesta área, com milhares de empresas distribuindo produtos de OPME e muitas ainda sem as devidas autorizações de funcionamento. Assim é o setor hoje. Neste contexto, pacientes esperam que os implantes funcionem eficientemente em conformidade com os seus movimentos naturais, independente da norma aplicada, ou seja, o melhor resultado: qualidade de vida!
Objetivo
Todas as questões que envolvem a RDC 59/2000, as Boas Práticas de Fabricação – BPF e Boas Práticas Armazenagem e Distribuição serão expostas através de importantes palestrantes deste setor. Serão abordados assuntos sobre a evolução dos produtos e a percepção dos médicos neste período.
Apresentação de “cases” pré e pós certificação, indústria e distribuição, médicos, planos de saúde, hospitais, clínicas de ortopedia, executivos e profissionais de saúde. Uma grande oportunidade de melhoria e propostas para ampliar a qualidade no atendimento ao cliente final.
O evento envolve da matéria prima ao paciente. Serão apresentadas informações sobre o segmento mundial de titânio, importante liga muito utilizada nos implantes, analisando a tendência de uso e consumo no Brasil. A rastreabilidade dos produtos não estéreis pode se r completa? Este importante item da norma está sendo atendido?
Mesa diretora – Debate com a participação do público
Dr. Moisés Cohen – INSTITUTO COHEN – Presidente empossado para o próximo biênio da International Society of Arthroscopy – ISAKOS
Dr. Alfredo Rowinski – CLINICA SUORT – Cirurgião Ortopedista, Sócio-fundador e Diretor Médico da Clinica especializada em movimentos
Dr. Luiz Carlos Gracitelli – CLINICA ORTOCITY – Cirurgião Ortopedista, Sócio-fundador e Diretor Administrativo do Grupo Ortocity Serviços Médicos.
Eng. Tomaz Puga Leivas – HOSPITAL DAS CLINICAS – Coordenador Comissão de Projetos do Conselho Diretor Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clinicas – IOT-HCFMUSP